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Somos TODOS suspeitos de um crime perfeito!

12.07.2017

Vivemos numa época onde o perigo nos aflige a qualquer momento e a qualquer hora do dia.

Assim os portões cumprem uma função importante na sociedade - que é de nos proteger!    

     Será?

     Não será ele (o portão) o grande vilão dessa história?

     Acompanhando o projeto Nariz Solidário em visita no Cajuru (no último sábado 08/07/17), conheci o André, um pequeno brasileiro com pouco mais de 06 anos talvez. Mais um cidadão envolvido num caso de violência com um portão.

     André foi terrivelmente agredido por um portão (da sua própria escola). Mesmo ele estando todo ferido, ainda foi socorrer o agressor, levando-o para o hospital mais próximo, o Cajuru.

     Enquanto Andre aguardava, no corredor de espera do hospital, o parecer clínico do portão agressor, se deparou com uma turma de investigadores-palhaços que não hesitaram em começar a desvendar esse caso.

     Entre interrogatório e analise de provas sobre a referida agressão chegou-se a sentença, e não restavam mais dúvidas.  O portão é realmente o culpado e André mais uma vítima dessa avalanche criminosa que vem assolando o país...

     Caso encerrado!

     O portão foi condenado a ficar preso por 03 cadeados reforçados para não agredir mais ninguém!

     Acompanhando esse inquérito palhacístico tive vontade de ser o André, de estar em sua pele, de estar envolvido nesse caso misterioso, e ter o meu caso julgado por esses peritos-palhaços.

     Quis ser cúmplice desse caso que proporcionou momentos de muito carinho, graciosidade, ludicidade e verdade.

     Quis fazer parte desse “crime perfeito”, que teve como conseqüência: Um ato de sincera conexão.

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